Este blog é para divulgar tudo o que está sendo feito em Itajobi - SP, com relação a preservação do Meio Ambiente. Conheça o trabalho, atualize-se, dê sua opinião ou denuncie algum ato de desrespeito à natureza!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

ITAJOBI RECEBE PELO 3º ANO CONSECUTIVO O PREMIO MUNICÍPIO VERDE AZUL



               No último dia 18, terça-feira, aconteceu no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo a certificação dos municípios que cumpriram as metas das 10 diretivas estipuladas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
            O Secretário do Meio Ambiente do Estado, Bruno Covas, premiou os municípios que atingiram nota superior a 80 pontos. Dos 645 municípios do estado, apenas 134 receberam o Selo Verde Azul, entre eles, Itajobi que recebe o Prêmio pelo 3º ano consecutivo com 89,71 pontos, ficando na 38ª posição do ranking estadual.
            A ótima colocação no ranking garantiu à Itajobi aquisição de equipamentos para gestão ambiental que serão disponibilizados a partir de janeiro de 2013.
            Este prêmio é o resultado do compromisso do Poder Público e da nossa população com as futuras gerações.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

USINA SOLAR FOTOVOLTAÍCA EM ITAJOBI


       No último dia 22 de novembro, aconteceu a assinatura do acordo para viabilização da Usina Solar Fotovoltaica em Itajobi, com a empresa brasileira Tecnometal, a americana New Generation Power (NGP), e a Prefeitura Municipal.
      A cidade de Itajobi, que tem cerca de 15 mil habitantes, se prepara para receber em 2013 um empreendimento de produção de energia solar fotovoltaica, que promete ser o maior do Estado, sendo estimados investimentos da ordem de R$ 21 milhões para a sua construção.
         A previsão é de que a usina gere aproximadamente 4,6 mil megawatt hora (Mwh) de eletricidade por ano. Parte dessa produção será consumida pela própria cidade, em regime de autoprodução, a partir de setembro do ano que vem.
       A energia fotovoltaica é fornecida por painéis contendo células fotovoltaicas ou solares que sob a incidência do sol geram energia elétrica. 
        A usina vai seguir modelos instalados na Europa. Alemanha, Itália, Espanha são países onde grande parte da energia elétrica é produzida a partir da luz solar.
      Acredita-se que o empreendimento irá estimular a cidade a produzir empregos, além de possuir potencial para fortalecer e suprir a necessidade energética do município com sustentabilidade.  






quarta-feira, 28 de novembro de 2012

MEIO AMBIENTE É TEMA DA 1ª REUNIÃO COM MORADORES DO CDHU


         Segundo a política do CDHU, os moradores de todo novo Conjunto Habitacional são acompanhados bimestralmente através de reuniões que visam orientar sobre diversos temas como meio ambiente, aquecimento solar, associações de bairro, boa convivência, entre outros.
            Na última terça-feira (27), representantes do CDHU de Araraquara, Departamento Municipal de Assistência Social e Departamento do Meio Ambiente, reuniram-se com os moradores do Novo Conjunto Habitacional para tratar sobre Meio Ambiente. A Palestra ficou a cargo das Educadoras Ambientais Amábile Polimeno Peniani e Janina Maria Martucci Barros de Toledo, que entregaram aos presentes um “Kit” contendo embalagens para reciclagem e panfletos e informaram ainda sobre diversos temas do ambiente urbano como: lixo, reciclagem, arborização urbana, queimada urbana, coleta de óleo usado e conscientização ambiental.
            A Assistente Social da CDHU de Araraquara Sílvia Cristina Ribeiro Camargo, a Assistente Social do CRAS Tânia Correa da Silva e a Auxiliar Administrativa do CRAS Sueli Gradela orientaram os moradores sobre a criação de uma Associação de Bairro com representantes junto ao Poder Público, buscando melhorias para o local. Sílvia afirmou ainda que todos devem procurar o Departamento de Engenharia para regularizarem suas ampliações e reformas na nova casa, com o objetivo de não perderem o seguro do imóvel. Devem também procurar o Departamento do Meio Ambiente sempre que houver substituições nas árvores em frente às residências, pois por lei as mesmas são obrigatórias. 

Segue abaixo algumas fotos do evento:





terça-feira, 13 de novembro de 2012

ITAJOBI TEM NOVO CAMINHÃO COMPACTADOR


        O caminhão compactador de lixo conquistado pela classificação de Itajobi entre os primeiros 50 municípios (29º lugar) do ranking ambiental Município Verde Azul, já está sendo utilizado na coleta e transporte de lixo ao Aterro Sanitário de Catanduva, auxiliando a gestão de resíduos sólidos na cidade.
         O novo caminhão veio para reforçar os serviços de limpeza pública, já realizados pela Prefeitura na cidade. 



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

2ª Visita Técnica para a Elaboração do Plano Diretor Participativo


           Na última quarta-feira (07/11), aconteceu no auditório da Diretoria Municipal de Educação e Cultura a 2ª Visita Técnica da Equipe do “Instituto Iagua”, para a elaboração do Plano Diretor Participativo de Itajobi.
            Durante toda a manhã a Equipe Técnica, vereadores, secretários, representantes de associações e sociedade civil, a Prefeita Cátia e seu sucessor Gilberto Roza, reuniram-se com a Engenheira Rosa dos Santos e o Administrador Thiago Allan, do Iagua, para a discussão dos temas que serão abordados no Plano Diretor. O documento irá nortear as ações do Poder Público, e de todos os setores ligados ao Meio Ambiente, Infraestrutura, Geração de Renda, Saúde, Educação e Inclusão Social.
            Após a apresentação das opiniões, apresentadas pelos presentes, foi realizada a Leitura Comunitária e encerramento das atividades que foram muito importantes para a segunda etapa de construção do Plano.
            O Poder Público agradece a iniciativa das empresas “Norte Brasil”, “IE Madeira” e do “Instituto Iagua” que trazem para Itajobi, mais um instrumento para o progresso de nossa cidade.

PLANTE SUA ÁRVORE


Bem integrada à arquitetura, ela só traz benefícios: sombra, umidade, frutos e flores, sinônimos de conforto térmico, olfativo e visual. Conheça as espécies mais indicadas.

         Atualmente ter uma árvore em casa equivale a acolher um hóspede ilustre. A árvore trata-se de um bom recurso para obter conforto térmico e acústico. Mas como todo hóspede, essa também demanda certas providências antes de sua chegada:
·         Adequação ao clima, crucial ao desenvolvimento da planta;
·         Porte da vegetação;
·         Crescimento raiz;
·         Volume da copa, que pode comprometer a fiação elétrica, telhados e beirais;
O porte da planta pode ser pequeno, médio ou grande, tudo depende do espaço que ela irá ser plantada:
·         Fachada: A entrada da residência comporta vegetação de médio e grande porte, com característica ornamental e capaz de propiciar sombra. Existem opções que oferecem aromas, flores e frutos, como o ipê e o pau-ferro.
·         Calçadas Sombreadas: A melhor pedida são espécies de médio porte dotadas de raízes não muito profundas e plantadas corretamente, para que tanto a fiação quanto o calçamento ficam intactos. Sem falar que o sombreamento ameniza o calor emanado do asfalto.
·         Beira da piscina e jardins: Aqui, a maior preocupação é evitar a queda de folhas que dificultem a limpeza e danifiquem filtros. Por isso, palmeiras de folhagens largas são tão comuns nesses locais. Plantas ornamentais com flores, são ótimos exemplos: eritrina, jasmim-manga e pandano.
            Ao planejar jardins, o morador deve saber que algumas árvores perdem as folhas no inverno, enquanto outras possuem folhas ou flores miúdas e viscosas capazes de manchar o piso, já as frutíferas atraem aves e insetos.
            Consulte o Guia de Arborização Urbana da nossa cidade e confira outras formas de realizar um plantio correto e sem problemas futuros, como: tamanho da cova, adubação, condução, transplante e impermeabilização.
            Independente do seu espaço existe várias opções arbóreas para que você e sua família possam melhorar a qualidade de vida na sua residência. Aproveite todos os benefícios com responsabilidade!

VIDA LONGA À MADEIRA LEGAL


O manejo das espécies nativas, investimento nas reflorestadas e pesquisas sobre tecnologias inovadoras propiciam o uso inteligente da madeira, indispensável à construção.
Vem de longa data a relação conflituosa do brasileiro com a madeira. Da febre do descobrimento que quase deu fim ao pau-brasil até hoje, cinco séculos se passaram e ainda não alcançamos a maturidade para lidar com esse precioso recurso natural.
De dez anos para cá, esse cenário vem se transformando, a cultura extrativista inconsequente perdeu espaço para o manejo planejado, para o cultivo de espécies de reflorestamento e até mesmo para tecnologias inovadoras que deram origem a uma nova categoria de matéria-prima, a madeira laminada colada, que rapidamente se tornou a preferida de muitos arquitetos pelas possibilidades construtivas que oferece.
O nosso país sempre possuiu árvores em abundância, contribuindo para a pouca valorização do material. Mas hoje isso está mudando, pois já está sendo desenvolvido na cultura do brasileiro de que erguer casas seguras e duradouras poder ser mais rápido e ecologicamente correto, quando utilizamos madeiras de manejo.
Você sabia que:
·         Apenas 67% da produção madeireira amazônica é legal;
·         68,2% da área total de plantio de reflorestamento destinam-se ao eucalipto;
·         O Brasil possui 6,68 milhões de hectares certificados na modalidade de manejo florestal entre áreas de florestas nativas e plantadas.
Precisamos ficar de olho na origem, pois quem compra madeira nativa precisa exigir o Documento de Origem Florestal – DOF, atestado criado pelo IBAMA que permite rastrear a fonte do material. Só assim se tem a segurança de que a árvore foi cortada em reserva legalizada, com controle sobre cada unidade e o volume total tombado. O DOF não é certificação, ele é o mínimo exigido por lei. Quando formos comprar madeira devemos pedir o detalhamento da compra na nota fiscal, com nome da espécie, dimensões e volume adquirido e nunca aceitar madeira mista, que facilita a descaracterização do produto.
Fique de olho!

Artigo feito a partir de reportagem da Revista Arquitetura e Construção
Edição: out/2012

O QUE VAI AGORA DEVE VOLTAR!


Segundo o projeto “Planeta Sustentável” da Editora Abril, em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi finalmente aprovada para enfrentar os dois maiores dilemas do lixo: como diminuir a sua quantidade e o que fazer com ele.
Agora, a responsabilidade com o destino final dos resíduos sólidos – embalagens, peças, produtos e outros materiais que poderiam retornar ao ciclo produtivo – é compartilhada com quem produz, quem vende e quem consome, ou seja, todos nós. Você sabe fazer a sua parte?
Os equipamentos velhos e sem uso, como os eletrônicos e eletrodomésticos devem ser entregues nas lojas ou pontos de coleta determinados. Eles serão recolhidos pelos fabricantes para que seus materiais e componentes sejam reaproveitados. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, 95% dos veículos que saem de circulação são reciclados. No Brasil, apenas 1,5%.
Todo produto com potencial de contaminar o ambiente, como remédios, lâmpadas fluorescentes, baterias, produtos químicos, fluidos automotivos, entre outros, devem ter destinação final adequada. Cabe às empresas dar informações e soluções de como e onde descartá-los, e ao consumidor, cobrar delas.
A nova lei determina o fechamento dos lixões até 2014 para que os municípios sejam obrigados a tratar corretamente o lixo. Exija coleta seletiva e compostagem de resíduos orgânicos de sua cidade, mas saiba acondicionar separadamente os resíduos. Itajobi já não descarta seu lixo em lixões a céu aberto, o material orgânico vai todo para o Aterro Sanitário em Catanduva.
As embalagens devem ser feitas de materiais que possam ser reutilizados ou reciclados. Que tal deixar boa parte delas no próprio local da compra?
Fique de olho! Vamos disseminar o conhecimento sobre os desafios e soluções para as questões ambientais da nossa cidade!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Curso de Aproveitamento de Alimentos

O curso de Aproveitamento de Alimentos está acontecendo na Cozinha da Igreja Santana e já é um sucesso!

Segue algumas fotos do curso:






terça-feira, 23 de outubro de 2012

Palestra com Engenheira de Pindorama

Em comemoração a semana da ecologia a EMEF José Cardoso de Mattos recebeu na última sexta-feira (19) a Engenheira Agrônoma de Pindorama, Angela Bieras, que falou sobre os estudos realizados na Apta - Polo Regional Centro Norte (antiga Fazenda Experimental de Pindorama). Angela mostrou o importante papel do animais no reflorestamento de áreas com pouca ou nenhuma vegetação. A técnica chamada de "Nucleação" é um importante instrumento para reflorestamentos em áreas nativas e com baixo custo para o produtor.

Segue abaixo algumas fotos do evento:






VIDA LONGA À MADEIRA LEGAL


       O manejo das espécies nativas, investimento nas reflorestadas e pesquisas sobre tecnologias inovadoras propiciam o uso inteligente da madeira, indispensável à construção.
      Vem de longa data a relação conflituosa do brasileiro com a madeira. Da febre do descobrimento que quase deu fim ao pau-brasil até hoje, cinco séculos se passaram e ainda não alcançamos a maturidade para lidar com esse precioso recurso natural.
      De dez anos para cá, esse cenário vem se transformando, a cultura extrativista inconsequente perdeu espaço para o manejo planejado, para o cultivo de espécies de reflorestamento e até mesmo para tecnologias inovadoras que deram origem a uma nova categoria de matéria-prima, a madeira laminada colada, que rapidamente se tornou a preferida de muitos arquitetos pelas possibilidades construtivas que oferece.
      O nosso país sempre possuiu árvores em abundância, contribuindo para a pouca valorização do material. Mas hoje isso está mudando, pois já está sendo desenvolvido na cultura do brasileiro de que erguer casas seguras e duradouras poder ser mais rápido e ecologicamente correto, quando utilizamos madeiras de manejo.

Você sabia que:
  • ·         Apenas 67% da produção madeireira amazônica é legal;
  • ·         68,2% da área total de plantio de reflorestamento destinam-se ao eucalipto;
  • ·       O Brasil possui 6,68 milhões de hectares certificados na modalidade de manejo florestal entre áreas de florestas nativas e plantadas.

        Precisamos ficar de olho na origem, pois quem compra madeira nativa precisa exigir o Documento de Origem Florestal – DOF, atestado criado pelo IBAMA que permite rastrear a fonte do material. Só assim se tem a segurança de que a árvore foi cortada em reserva legalizada, com controle sobre cada unidade e o volume total tombado. O DOF não é certificação, ele é o mínimo exigido por lei. Quando formos comprar madeira devemos pedir o detalhamento da compra na nota fiscal, com nome da espécie, dimensões e volume adquirido e nunca aceitar madeira mista, que facilita a descaracterização do produto.
Fique de olho!

Artigo feito a partir de reportagem da Revista Arquitetura e Construção
Edição: out/2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O QUE VAI AGORA DEVE VOLTAR!


Segundo o projeto “Planeta Sustentável” da Editora Abril, em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi finalmente aprovada para enfrentar os dois maiores dilemas do lixo: como diminuir a sua quantidade e o que fazer com ele.
Agora, a responsabilidade com o destino final dos resíduos sólidos – embalagens, peças, produtos e outros materiais que poderiam retornar ao ciclo produtivo – é compartilhada com quem produz, quem vende e quem consome, ou seja, todos nós. Você sabe fazer a sua parte?
Os equipamentos velhos e sem uso, como os eletrônicos e eletrodomésticos devem ser entregues nas lojas ou pontos de coleta determinados. Eles serão recolhidos pelos fabricantes para que seus materiais e componentes sejam reaproveitados. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, 95% dos veículos que saem de circulação são reciclados. No Brasil, apenas 1,5%.
Todo produto com potencial de contaminar o ambiente, como remédios, lâmpadas fluorescentes, baterias, produtos químicos, fluidos automotivos, entre outros, devem ter destinação final adequada. Cabe às empresas dar informações e soluções de como e onde descartá-los, e ao consumidor, cobrar delas.
A nova lei determina o fechamento dos lixões até 2014 para que os municípios sejam obrigados a tratar corretamente o lixo. Exija coleta seletiva e compostagem de resíduos orgânicos de sua cidade, mas saiba acondicionar separadamente os resíduos. Itajobi já não descarta seu lixo em lixões a céu aberto, o material orgânico vai todo para o Aterro Sanitário em Catanduva.
As embalagens devem ser feitas de materiais que possam ser reutilizados ou reciclados. Que tal deixar boa parte delas no próprio local da compra?
Fique de olho! Vamos disseminar o conhecimento sobre os desafios e soluções para as questões ambientais da nossa cidade!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CURSO DE APROVEITAMENTO DE ALIMENTOS


O Departamento Municipal do Meio Ambiente, em parceria com o Sindicato Rural de Catanduva e SENAR, trazem para Itajobi o Curso gratuito de “Aproveitamento de Alimentos”!

O objetivo geral do curso é ensinar aos participantes como preparar alimentos artesanalmente, aproveitando os subprodutos agrícolas locais, para consumo familiar. Serão 2 dias de curso, com aulas teóricas e práticas que orientarão sobre higiene, grupos alimentares, preparo de alimentos com casca, folhas e talos, bem como os cuidados no processamento.

Os interessados deverão comparecer no Departamento do Meio Ambiente, (fundo da casa da lavoura) durante os dias 8, 9 e 10 de outubro, para realizar a inscrição. O curso é gratuito, com materiais e refeições inclusos sendo aberto aos produtores, trabalhadores rurais e toda a população maior de 16 anos.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

LUGAR DE LIXO É NO LIXO


              Estamos numa época em que muito se fala sobre reciclagem, reuso, conservação e proteção. A frase da vez é “desacomodação com cooperação”.
                Precisamos nos desprender de velhos hábitos urgentemente e incorporar novas práticas. Temos, inclusive, de reclamar, pedir e exigir mais. Caso contrário, de nada adiantam conferências internacionais, pois sabemos que tudo acontece de forma local: aqui na nossa casa, no nosso local de trabalho, no nosso município.
                O período em que vivemos é de transição, não importa quão duradouro ele seja. É de mudança de hábitos, de novas posturas, de novas atitudes, é o que estamos precisando.
                Nas ruas ainda encontramos lixo no chão, nos recipientes para lixo orgânico podemos ver materiais recicláveis .... Isso demonstra também que o princípio da cooperação precisa ser cumprido: a prefeitura deve oferecer o serviço, que é de interesse local, mas nós devemos colaborar. A coleta seletiva recolhe os materiais recicláveis – papel, papelão, plástico, metal, vidro, entre outros, que não devem ser misturados com o produto orgânico – sobras de lixo da cozinha e lixo do banheiro. Isso vale tanto para sua casa quanto para o seu local de trabalho!
                Enfim, o bom é sempre encontrar algo animador: pequenas ações individuais que podem virar um grande negócio e servir de ideia para outras pessoas. Precisamos todos fazer com que o lixo vá para o local correto.

O PERIGO DO MANUSEIO INADEQUADO DAS LÂMPADAS ECONOMICAS


De acordo com artigo publicado na internet, deve-se prestar mais atenção às lâmpadas de baixo consumo de energia. Se alguma se quebrar, necessário seguir as instruções para evitar os graves danos causados pelo mercúrio à sua saúde e principalmente ao meio ambiente:

Estes tipos de lâmpadas que são chamadas de lâmpadas de baixa energia são perigosas quando se quebram! Em caso de quebra acidental todo mundo deve sair da sala/quarto, pelo menos por 30 minutos, devido aos vapores tóxicos do Mercúrio que se espalham pelo ambiente. As lâmpadas contêm Mercúrio (venenoso), que causa enxaqueca, desorientação,  desequilíbrios e diferentes outros problemas de saúde quando inalado. Em pessoas com alergias, causa problemas de pele e outras doenças graves, se for tocado e/ou inalado.
Não é recomendável o uso do aspirador de pó para coletar os restos da lâmpada quebrada, pois a contaminação (por mercúrio) se espalhará em outras regiões da casa quanto você estiver usando o aspirador de pó novamente.

Como recolher / descartar os cacos da lâmpada:

1) Use uma máscara descartável (daquelas usadas para proteção do vírus da Gripe H1N1), evitando inalar o vapor do Mercúrio.
2) Com uma luva de borracha pegue cuidadosamente os cacos da lâmpada quebrada, inclusive o que sobrou dela.
3) Coloque os cacos/sobras da lâmpada sobre um pano/flanela velha (nunca use jornal) embrulhando bem, e coloque (o pano com os cacos) dentro de um saco plástico. Amarre a boca do saco plástico.
4) Descarte o saco plástico (com os resíduos da lâmpada) em local adequado para descarte de baterias de celular ou pilhas comuns.

As lâmpadas econômicas trazem muitos benefícios econômicos e ambientais, porém devem ser manuseadas com cuidado e descartadas corretamente para não se tornarem um problema maior para o planeta e nossa saúde! 

PEÇA TEATRAL - MEIO AMBIENTE E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA


A CNEE, realizou em Itajobi no dia 04 de setembro o Evento relacionado ao Projeto "Luz em Conta", na Praça 9 de Julho, que contou com Peça Teatral com temática Meio Ambiente e Eficiência Energética.
O Evento contou ainda com o cadastramento de clientes de baixa renda da CNEE que concorreram à 29 refrigeradores usados e até 145 lâmpadas fluorescentes, substituindo os aparelhos que consomem muita energia.

Segue as fotos do evento:














quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Arborização e Educação Ambiental com a EMEF José Cardoso de Mattos

Hoje, 30 de agosto, alunos da EMEF José Cardoso de Mattos, iniciaram o cadastramento das espécies arbóreas de Nova Cardoso, por iniciativa de professores, diretoria da escola e meio ambiente. Os alunos do 7º ano A e do 8º ano A, participaram de breve palestra que esclareceu sobre as plantas urbanas, caracterizações das espécies, problemas encontrados e a importância de uma cidade arborizada, com a Educadora Ambiental Janina Toledo. Logo após a palestra, caminharam pelas ruas do distrito, onde aprenderam na prática, tudo sobre Arborização Urbana.
Vamos lá pessoal! Agora é com vocês!








terça-feira, 28 de agosto de 2012

15 DE AGOSTO DIA MUNICIPAL DOS RIOS


            Você sabia que o município de Itajobi, comemora no dia 15 de Agosto o “Dia dos Rios”? Surgiu através da Lei nº 598 de 17 de junho de 2008 que “Institui “O Dia dos Rios de Itajobi” e dá outras providências”, solicitada por alunos da EMEF Inácio da Costa.
            Essa data foi instituída devido à grande preocupação com a escassez e poluição da água, assim como a preservação e proteção dos recursos naturais do município.
Os rios são de grande importância para a vida nos mais variados ecossistemas. A vegetação existente nas margens de rios denomina-se de Mata Ciliar. É de vital importância preservá-la, pois a mesma evita o processo de erosão do solo, já que parte da água que escoa das chuvas é retida pelas raízes dessa vegetação.
Os rios são fonte de vida. Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo.
A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios e pelo óleo que é descartado na pia após seu uso. O excesso de óleo e sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.
Como Contribuir Para Evitar A Poluição dos Rios
·         Quando estiver na rua, segure o lixo até encontrar uma lixeira, mas não jogue no rio, pois os peixes não comem o lixo que você joga.
·         Não jogue o óleo usado na pia, guarde-o em garrafas PET e faça sabão. Se preferir pode doá-lo ao Departamento do Meio Ambiente para a fabricação de sabão ou biodiesel. 
·         Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar. Um dia ela irá fazer muita falta!
Pense nisso e colabore com o SEU ambiente, SUA cidade, SEU lar!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

CADA LIXO TEM SEU LUGAR


Como já sabemos, cada material que descartamos no dia-dia tem um destino diferente, como a reciclagem, a compostagem e o aterro sanitário.
Mas para que todos os resíduos tenham o fim correto é necessário que ocorra a separação destes materiais no local de descarte, como as residências, bares, lanchonetes, escritórios, repartições públicas, praças e áreas verdes. Para facilitar este processo o poder público adotou as seguintes embalagens:
  • ·      Saco laranja: usado para colocarmos os resíduos verdes, folhas, restos de plantas, etc.
  • ·    Saco preto: utilizado para o lixo orgânico, que vai para o aterro sanitário e que não tem serventia na reciclagem.
  • ·      Saco azul: esta embalagem é usada para armazenarmos o material reciclável, os PETs, papel, plástico, vidro e metal.

Todos podem colaborar utilizando estas embalagens em casa e nos estabelecimento comerciais privados e públicos. A coleta também é diferenciada, pois os resíduos verdes, o lixo orgânico e os recicláveis, tem destinos finais diferenciados, conforme cronograma a seguir:

 
PENSE NISSO! TODO MATERIAL DESCARTADO CORRETAMENTE EVITA A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS, DO SOLO, DO AR E GARANTE QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

ÓLEO USADO - O PROBLEMA TEM SOLUÇÃO

           O óleo está presente na grande maioria dos lares brasileiros, oficinas, postos de gasolina, etc. O óleo pode ser vegetal ou animal (para uso culinário) ou lubrificante (usado em oficinas, postos de gasolina, etc.), porém seu final geralmente é o mesmo: o ralo da pia, o cesto de lixo, o buraco no quintal, etc.
Os óleos vegetais, embora muitos desconheçam, são grandes causadores de danos ao meio ambiente quando descartados de maneira incorreta. Os óleos e gorduras são, por definição, substâncias que não se misturam com a água (insolúveis) e podem ser de origem animal ou vegetal. O óleo de cozinha usado, quando jogado diretamente no ralo da pia ou no lixo, polui córregos, riachos, rios e o solo, além de danificar o encanamento em casa. O óleo também interfere na passagem de luz na água, impedindo a transferência do oxigênio retardando o crescimento vegetal e a vida neste sistema. Quando lançado na terra, o óleo impermeabiliza o solo, impedindo que a água se infiltre, piorando o problema das enchentes.
Um litro de óleo de cozinha pode poluir certa de 10.000 litros de água. A poluição pelo óleo faz encarecer o tratamento de água (até 45%), além de agravar o efeito estufa, já que o contato da água poluída pelo óleo ao desembocar no mar gera uma reação química que libera gás metano, um componente muito mais agressivo que o gás carbônico.
Se isto não for o suficiente para convencê-lo do mal que se faz ao descartar o óleo indevidamente, saiba que ele também provoca o entupimento da rede de esgotos e do encanamento de sua casa, o que pode lhe trazer prejuízos no bolso!
O óleo usado pode ser utilizado na produção de sabão em pedra, detergente, massa de vidro, biodiesel e até mesmo componentes para fertilizantes. É cerca de 80% o aproveitamento do óleo usado na conversão para biodiesel, ou seja, 1 litro de óleo pode resultar em, aproximadamente, 800 ml de biodiesel. O processo também gera o glicerol, uma substância empregada nas indústrias e com usos farmacêuticos, alimentícios, perfumaria, plástico e muitos outros.
A primeira medida a ser tomada é armazenar as sobras da fritura em vez de jogá-la diretamente no ralo ou na lixeira. Este armazenamento pode ser feito em uma garrafa pet com tampa, por exemplo. O passo seguinte é encaminha-lo para uma destinação adequada, seja para fazer biodiesel, seja para sabão ou outros. O Departamento Municipal do Meio Ambiente e o Lar São Vicente de Paulo recebem doações de óleo para quem não o reutiliza.
Ao fazer uma simples troca de óleo lubrificante no veículo em um estabelecimento qualquer, o consumidor quase nunca imagina que a iniciativa pode significar um ato que pode gerar graves consequências para o meio ambiente. Caso o estabelecimento escolhido para o serviço não faça parte do sistema nacional de recolhimento de óleo usado e contaminado, seu descarte incorreto pode resultar em contaminação química e os danos podem ser irreversíveis. Os Óleos Lubrificantes Usados são considerados resíduos tóxicos persistentes e perigosos não só para o meio ambiente, como também para a saúde humana. Atualmente este material é reciclado por empresas especializadas sendo que oficinas, postos e outros locais podem vender o óleo usado a ótimos preços, deixando de poluir o meio ambiente e melhorando a sua renda.
PENSE BEM! Não deixe de colaborar com o Meio Ambiente, pois além de estar preservando o lugar onde vivemos, você pode usufruir de diversos benefícios econômicos e sociais!

QUEIMADA URBANA


Devido à falta de umidade do ar nesta época do ano, as queimadas são um grave problema para população. É possível que muitas pessoas, por distração, indiferença ou, talvez, por serem fumantes, sequer saibam (ou sequer percebam) o que é uma queimada urbana.
Queimada urbana é crime contra o meio ambiente. Segundo a Lei Ambiental Municipal, é expressamente proibido efetuar queimada de qualquer material ao ar livre no perímetro urbano.
A fumaça é, basicamente, composta por gases e material particulado, tudo muito prejudicial à saúde. Muito dióxido de carbono, também, é liberado pelas queimadas, contribuindo para o efeito-estufa e aquecimento do planeta. 
Um município só se torna saudável quando seus líderes políticos, organizações locais e cidadãos comprometem-se e iniciam o processo de melhorar contínua e progressivamente as condições de saúde e a qualidade de vida dos habitantes do local. Todas as atitudes propostas para a melhoria do meio ambiente e da qualidade do ar, são de fundamental importância e de responsabilidade de todos.